Mercado da construção civil: cases de sucesso com a industrialização
Inovações e tecnologia aplicada ao mercado da construção civil devem ser mais que tendências: construtoras e incorporadoras já têm como colocar estas soluções em prática e começar a usufruir dos seus benefícios. Já existem ferramentas e sistemas que proporcionam processos mais eficientes e conectados em todas as etapas, do projeto a entrega do empreendimento.
Mostramos aqui no blog algumas destas novidades do setor, como o uso de diferentes recursos digitais como o BIM, plataformas marketplace para cotação e compra de suprimentos, e outras para gerenciamento de processos, além de outros métodos e que ajudam a otimizar toda a cadeia construtiva. Com eles, falamos em vantagens como:
- Integração das etapas;
- Modelagem e compatibilização de projetos;
- Cotação e compra de insumos de forma mais estratégica;
- Gerenciamento da obra de ponta a ponta com precisão e logística;
- Redução de custos, tempo e resíduos;
- Mais qualidade, segurança e sustentabilidade.
Apesar de já ter lido sobre estes benefícios, nada melhor do que saber como o mercado da construção civil está, na prática, contando com ganhos ao inovar e adotar novas estratégias. Por isso, vamos apresentar dois cases de sucesso: da Vitta Residencial e da Pacaembu Construtora, que optaram pela industrialização de componentes e boxes para instalações, melhorando a produtividade, a qualidade e a segurança; e reduzindo tempo, custos e desperdícios no canteiro de obras.
Cases de sucesso no mercado da construção civil
Vitta Engenharia reduziu mão de obra para elétrica e hidráulica
Em pouco tempo utilizando o sistema construtivo com paredes de concreto, a Vitta Residencial Incorporadora e Construtora, que tem foco em moradias populares, já conseguiu ser mais eficiente, diminuindo o ciclo da obra, e mais sustentável, ao reduzir os resíduos oriundos dos processos da construção civil.
Aliado a este novo sistema construtivo, a empresa também está aplicando em suas obras estruturas prontas, pré-fabricadas, para a rede elétrica e hidráulica – fornecidas pela Ambar com a solução Polar. Com o sistema e a industrialização na montagem de peças, a Vitta reduziu em 20% a mão de obra utilizada nas instalações elétricas, e em 30% da mão de obra para instalações hidráulicas.
Segundo José Márcio, Diretor de Engenharia da construtora, os ganhos forma de eficiência, produtividade e houve redução de desperdício de materiais dentro do canteiro. “Com a montagem feita fora do canteiro, não é necessário ter a mesma quantidade de profissionais atuando nessas duas frentes de trabalho”, explica. Além disso, de acordo com ele, as soluções industrializadas e entregues prontas para aplicação têm um ganho de produtividade incomparável com o que se pode pensar de uma montagem dentro do canteiro de obras. “O processo é muito difícil de ser replicado ali na hora da construção do empreendimento”, destaca.
Outra vantagem obtida pela Vitta com a mudança no processo construtivo foi a qualidade das entregas. Segundo José Márcio, no sistema convencional, são fornecedores espalhados por todo o país, com produtos feitos dos mais variados tipos de materiais. Já com uma solução pronta, já testada e vinda de uma única entrega, a qualidade é bastante superior, evitando falhas e retrabalho. E também, “é possível minimizar muito o trabalho interno de backoffice dentro da parte de suprimentos”, afirma José Márcio.
Pacaembu Construtora já tem uma das obras mais rápidas do país
A Pacaembu Construtora, que também atua com construções populares, é mais uma empresa do mercado da construção civil que está industrializando seus processos. Segundo, Victor Almeida, Vice Presidente de Negócios da construtora, “foram as inovações, aplicadas para melhorar os processos, que nos permitiram chegar além do que a gente imaginava”.
Foi com a industrialização de toda a parte elétrica e hidráulica e o uso dos kits da Ambar já montados fora do canteiro da obra, que a Pacaembu conseguiu reduzir custos em toda a parte de montagem disponibilizadas para estas redes. “Reduzimos em 10% o quantitativo de materiais elétricos e hidráulicos em relação às obras que não utilizavam essa tecnologia”, explica Victor.
Para o executivo, estas mudanças foram essenciais para dar rapidez e agilidade na execução das obras. “Hoje, temos um das construções mais rápidas do mercado: conseguimos executar mil unidades em nove, dez meses”, destaca.
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